Aumento de 57% na usabilidade de plataforma de projetos solares

Eficiência de melhorias estratégicas na interface e na experiência do usuário. Descubra como essas mudanças transformaram o uso e a aceitação do produto.

 

Resumo

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Contexto

A Solfácil é uma fintech do segmento de energia solar que opera no modelo B2BC oferecendo soluções tecnológicas para outras empresas tidas como parceiros integradores. Através de um ecossistema de produtos digitais a Solfácil permite que seus parceiros comerciais viabilizem seus projetos solares com seus clientes finais. A plataforma Solfácil permite que os usuários integradores gerenciem todo ciclo de desenvolvimento de um projeto solar que passa pela contratação de financiamentos, compra de kits solares, instalação e monitoramento do sistema no cliente final.

 

 

 

O novo “Portal do integrador” é um produto operacional nos quais as empresas integradoras de projetos solares podem, de forma mais intuitiva e amigável, consultar os status dos financiamentos de seus clientes, verificar o andamento dos pedidos de kits solares, monitorar suas usinas solares em funcionamento e acessar os principais canais de comunicação da empresa.

Veja como funciona

 

Para esse projeto utilizamos como metodologia o Double diamond. Partindo do problema de negócio, que buscava o aumento do engajamento como forma de fidelização de sua base de usuários, propus ao time de design, por meio do processo de discovery, compreender como o usuário percebia o produto Solfácil no intuito de desenvolver uma solução mais alinhada às suas reais necessidades. Devido a alta complexidade do projeto, meu papel foi de auxiliar o time na construção de um plano de design e na definição das ferramentas de design mais adequadas para cada etapa do processo, participando ativamente em cada uma das etapas como catalisador na interpretação, tabulação dos resultados das pesquisas e certificando a divulgação e alinhamento entre os times e áreas envolvidas.

Em conjunto, esses gráficos constituem evidências técnicas do processo de discovery quantitativo, sustentando as decisões de design e produto adotadas ao longo do projeto. A análise dos dados permitiu identificar padrões de comportamento, pontos críticos de fricção e oportunidades de foco, garantindo que a evolução da plataforma fosse orientada por necessidades reais dos usuários e por métricas confiáveis de uso.

 

Discovery (pesquisa QUALitativa)

 

A partir disso, em conversas com as áreas de negócio da empresa, concluímos que para facilitar a navegação e engajar nosso usuário precisávamos:

  • Promover os outros produtos da empresa para os parceiros, comunicando e destacando-os melhor na plataforma;
  • Complementar a experiência do usuário, levando informações que sejam interessantes para ele;
  • Reduzir o esforço cognitivo do parceiro, disponibilizando as principais ações e informações em um lugar de acesso rápido e fácil;
  • Reduzir o baixo acesso aos outros produtos apresentando informações operacionais e de resumo dos produtos digitais de financiamento, ecommerce, monitoramento e programa de benefícios da empresa;
  • Disponibilizar informações em forma de dados e gráficos dos produtos do ecossistema;
  • Reduzir a grande quantidade de ações necessárias para obter informações por meio de informações de status e resumo na tela inicial.

Com essas definições, atuei junto ao meu time, na definição das ferramentas de design adequadas para geração de hipóteses e criação de uma proposta de solução que posteriormente foi utilizada para validação junto ao usuário.

Dessa forma, as ferramentas de ideação utilizadas foram:

 

Ainda no processo de ideação, por meio de benchmarks e wireframes, chegamos numa primeira proposta de solução para a tela inicial. A partir dessa primeira versão, identificamos a necessidade de validar com o usuário se a experiência proposta condizia com a realidade esperada e se não quais eram os ajustes necessários para não afetar a curva de aprendizado e adequação ao modelo mental do usuário. O resultados das pesquisas e do processo de ideação nos proporcionou um conjunto de hipóteses de soluções, sendo estas:

 

A proposta de solução gerada, foi validada com usuários através de testes não moderados, via Maze, com 11 usuários e coletou insights e feedbacks para nos auxiliar no refinamento da solução.  Com os dados de heatmap de cada tarefa executada nos testes, conseguimos analisar quais eram as áreas da interface de maior interesse pelo usuários e assim comparar a quantidade de cliques errados e corretos. Minha participação nessa etapa foi no auxílio técnico da definição do formato do teste (moderado ou não moderado), no apoio na definição da ferramenta escolhida e na ativação e acompanhamento da coleta de feedbacks em produção bem como na transcrição e tabulação dos dados junto à equipe.

Dessa forma, foi possível identificar as tarefas que o usuário enfrentou maior dificuldade e adequar o produto ao modelo mental do usuário. Foram coletados também feedbacks qualitativos dos testadores por meio de formulários com campos abertos com o intuito de ter uma visão mais qualitativa da experiência dos testadores.

 

 

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